Artigos de fevereiro, 2012

23
fevereiro
2012

Ficar Por Dentro de Tudo, Pode Fazer Mal?

O excesso de informação provoca a angústia típica dos tempos atuais e leva à conclusão de que, às vezes, saber demais é um problema.

O eterno sentimento humano de ansiedade diante do desconhecido começa a tomar uma forma óbvia nestes tempos em que a informação vale mais que qualquer outra coisa. As pessoas hoje parecem estar sofrendo porque não conseguem assimilar tudo o que é produzido para aplacar a sede da humanidade por mais conhecimento.

Uma edição de um jornal como o New York Times, por exemplo, contém mais informação do que uma pessoa comum poderia receber durante toda a vida na Inglaterra do século XVII.

Se você apresenta alguns dos sintomas abaixo, é sinal de que pode estar sofrendo de angústia da informação:

1 – Por mais esforço que faça, não consegue sentir-se atualizado com o mundo a sua volta.

2 – Sente-se culpado cada vez que olha para  pilha de jornais e revistas e o volume de e-mails recebidos que não consegue ler.

3 – Fica abatido quanto uma pesquisa na internet resulta num documento de dezenas de páginas, pois acredita que, se não ler todas elas, não saberá tudo o que deve sobre o assunto.

4 – Acena afirmativamente, sem convicção, sempre que alguém menciona um livro, um filme ou uma notícia de que você, na verdade, nunca ouviu falar.

5 – Acha que o problema é seu e não do fabricante quando percebe que não consegue seguir as instruções para montar um aparelho que comprou.

6 – Cerca-se de aparelhos digitais na esperança de que a simples presença deles a sua volta ajude a torna-lo uma pessoa mais adaptada à alta tecnologia.

7 – Sente-se envergonhado quando tem que dizer “não sei”, mesmo que a pergunta se refira à sucessão no Nepal ou ao novo programa de correio eletrônico da Microsoft, por exemplo.

Como encarar o problema? Estudiosos do assunto sugerem uma “ignorância programada”, ou seja, a escolha criteriosa do que se quer absorver. O resto deve ser deixado de lado. “A ansiedade de informação é o buraco negro que existe entre os dados disponíveis e o conhecimento. É preciso escapar dela”, observa o pesquisador Richard Wurman.



22
fevereiro
2012

Tudo é Uma Questão de Como Vemos a Vida…

Dia TerrívelEmbora eu aperte meus ouvidos e reclame quando o despertador soa, obrigado Senhor, pois eu posso ouvir. Há muitos que são surdos.

Embora eu mantenha meus olhos fechados contra a luz matutina, obrigado Senhor, pois eu posso ver. Muitos são cegos.

Embora me seja difícil levantar da cama de manhã, obrigado Senhor, pois eu tenho a força para me levantar. Há muitos que estão acamados.

Embora a primeira hora de meu dia seja sempre apressada, quando as meias estão perdidas, o leite é derramado, a paciência é pequena e minhas crianças falam tão alto, obrigado Senhor, pela minha família. Há muitos que estão sós.

Embora nossa mesa de café da manhã nunca se pareça com os anúncios em revistas e o cardápio está às vezes desequilibrado, obrigado Senhor, pela comida que temos. Há muitos que têm fome.

Embora a rotina de meu trabalho seja freqüentemente monótona, obrigado Senhor, pela oportunidade de trabalhar. Há muitos que não têm nenhum trabalho.

Embora eu murmure e lamente meu destino a cada dia e deseje que minhas circunstâncias não sejam tão modestas, obrigado Senhor, pela vida!



22
fevereiro
2012

5 Maneiras de Afastar Seu Filho da Igreja


AS 5 MANEIRAS DE AFASTAR SEU FILHO DA IGREJA


1. Diante das menores dificuldades, tais como, indisposição, chuva, frio, cansaço, não vá aos cultos. Com isso seu filho vai crescer com a idéia de que freqüentar as reuniões não é assim tão necessário.

… e consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras, não abandonando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia” (Hebreus 10:25-25),


16
fevereiro
2012

Jesus, Ensine-me a Perder

Vivemos em uma sociedade terrivelmente impessoal e consumista. Estamos acostumados a reter tudo que for possível para nós, sem nos preocuparmos com absolutamente nada. Dai os resultados que vemos hoje, na natureza, na sociedade, enfim, em tudo o que nos cerca.

O homem se tornou refém de sua própria ganância de ser o máximo em si mesmo. Sem externar, sem compartilhar, sem dividir. O ser humano não sabe perder. Não sabe perdoar, o ser humano não sabe ficar sem ter.

Por isso, precisamos reaprender a deixar de ter. A não possuir, pois aquele que tudo deseja unicamente para si, é o mais pobre dos seres humanos. O prazer de ter só poder ser potencializado se somos capazes de perder. Se adquirirmos algo, que somos incapazes de viver sem, então é esse algo que nos adquiriu.

Por isso hoje usamos muito mais as pessoas para conquistar coisas. E deixamos de lado pessoas, por causa das coisas, sejam eles materiais ou imateriais.

Quantos amigos você perdeu, por que foi incapaz de perder “aquela” discussão?


15
fevereiro
2012

5 Arrependimentos à Beira da Morte Mais Comuns

Uma enfermeira que aconselhou muitas pessoas em seus últimos dias de vida escreveu um livro com os cinco arrependimentos mais comuns das pessoas antes de morrer.

Bronnie Ware é um enfermeira que passou muitos anos trabalhando com cuidados paliativos, cuidando de pacientes em seus últimos três meses de vida. Ela conta que os pacientes ganharam uma clareza de pensamento incrível no fim de suas vidas e que podemos aprender muito desta sabedoria.

Confira a lista e os comentários da enfermeira

1. Eu gostaria de ter tido a coragem de viver a vida que eu quisesse, não a vida que os outros esperavam que eu vivesse

“Esse foi o arrependimento mais comum. Quando as pessoas percebem que a vida delas está quase no fim e olham para trás, é fácil ver quantos sonhos não foram realizados. A maioria das pessoas não realizou nem metade dos seus sonhos e têm de morrer sabendo que isso aconteceu por causa de decisões que tomaram, ou não tomaram. A saúde traz uma liberdade que poucos conseguem perceber, até que eles não a têm mais.”

[Quantas pessoas, mesmo no meio cristão, vivem vidas medíocres, assumem relacionamentos medíocres e se tornam crentes medíocres e profissionais medíocres simplesmente porque os seus pais – ou algum outro frustrado “destruidor de sonhos” – achou que “deveria ser assim”?]

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

Eu ouvi isso de todo paciente masculino que eu trabalhei. Eles sentiam falta de ter vivido mais a juventude dos filhos e a companhia de seus parceiros. As mulheres também falaram desse arrependimento, mas como a maioria era de uma geração mais antiga, muitas não tiveram uma carreira. Todos os homens com quem eu conversei se arrependeram de passar tanto tempo de suas vidas no ambiente de trabalho.”

[“Se pudesse voltar atrás...” Quantas vezes ouvi isso de colegas e amigos pastores? Perdi a conta... Eu mesmo, se pudesse voltar atrás, não deixaria jamais o enorme auditório em que uma ansiosa criança – o meu filho – estava para fazer a sua primeira apresentação pública como pianista. Detalhe: Saí para tentar resolver mais uma briga de uns membros “pica-fumo” que nem sei se continuam na fé...]

3. Eu queria ter tido a coragem de expressar meus sentimentos

“Muitas pessoas suprimiram seus sentimentos para ficar em paz com os outros. Como resultado, ele se acomodaram em uma existência medíocre e nunca se tornaram quem eles realmente eram capazes de ser. Muitos desenvolveram doenças relacionadas à amargura e ressentimento que eles carregavam.”

[Olha, não quer dizer que você vai sair por aí com a sua “metralhadora giratória” cuspindo balas em todo mundo!!! Com certeza, não é por aí... Por outro lado, nada de se anular – sendo um verdadeiro “capachão” – só para marcar uns pontinhos com aquelas pessoas que, no final da vida, são as últimas que você gostaria de “ver por perto”. Lembre-se destas palavras de Paulo: “E, quanto àqueles que pareciam ser de maior influência (quais tenham sido, outrora, não me interessa; Deus não aceita a aparência do homem), esses, digo, que me pareciam ser alguma coisa nada me acrescentaram” (Gálatas 2:6).]

4. Eu gostaria de ter ficado em contato com os meus amigos

“Frequentemente eles não percebiam as vantagens de ter velhos amigos até eles chegarem em suas últimas semanas de vida e não era sempre possível rastrear essas pessoas. Muitos ficaram tão envolvidos em suas próprias vidas que eles deixaram amizades de ouro se perderem ao longo dos anos. Tiveram muito arrependimentos profundos sobre não ter dedicado tempo e esforço às amizades. Todo mundo sente falta dos amigos quando está morrendo.”

[Infelizmente, por se apegarem ao poder que nem craca em navio afundado, muitos não se dão conta disso... O poder passa. Os áulicos, puxa-sacos e “amigos” bajuladores – que gravitam em torno do poder – somem. A morte chega. E, muitas vezes, nem os filhos e outros familiares querem saber deste tipo de “gente” que só relacionou amizade com troca de interesses...]

5. Eu gostaria de ter me permitido ser mais feliz

“Esse é um arrependimento surpreendentemente comum. Muitos só percebem isso no fim da vida que a felicidade é uma escolha. As pessoas ficam presas em antigos hábitos e padrões. O famoso “conforto” com as coisas que são familiares O medo da mudança fez com que eles fingissem para os outros e para si mesmos que eles estavam contentes quando, no fundo, eles ansiavam por rir de verdade e aproveitar as coisas bobas em suas vidas de novo.

[Certa ocasião, mostrei um pensamento para um administrador – líder na igreja – e ele, achando-o o máximo, prontamente incorporou-o às suas anotações. Dizia o seguinte: “A felicidade não é uma estação a que se chega, mas, sim, a forma de viajar!” Meu escritor favorito escreveu isso, em outras palavras, faz quase dois mil anos: “Digo isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Tanto sei estar humilhado como também ser honrado; de tudo e em todas as circunstâncias já tenho experiência, tanto de fartura como de escassez; tudo posso naquele que me fortalece.” (Filipenses 4:11-13).

 


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